A prostatite crônica é uma condição que afeta homens de todas as idades, mas é frequentemente subdiagnosticada ou tratada de forma equivocada como uma infecção urinária simples. Caracterizada por dor ou desconforto persistente na região pélvica, ela pode impactar drasticamente a qualidade de vida, o sono e o desempenho sexual.
O Dr. Diego Moura (CRM 166791 - SP | RQE 96133), com consultório na Vila Mariana, é especialista no manejo da Síndrome de Dor Pélvica Crônica, oferecendo uma abordagem multimodal para resolver o que muitos pacientes chamam de "dor invisível".
O que é a Prostatite Crônica?
Diferente da prostatite aguda (que causa febre alta e mal-estar súbito), a prostatite crônica apresenta sintomas que persistem por três meses ou mais. Ela é dividida em dois grandes grupos:
- Prostatite Bacteriana Crônica: Causada por uma infecção persistente na próstata que não foi totalmente eliminada por tratamentos curtos.
- Síndrome de Dor Pélvica Crônica (SDPC): É a forma mais comum (90% dos casos). Aqui, nem sempre há uma bactéria presente; a dor pode ser causada por inflamação, tensão muscular do assoalho pélvico ou disfunção dos nervos da região.
Sintomas: O Desconforto Além da Próstata
Os sintomas da prostatite crônica em homens costumam ser vagos e intermitentes, o que retarda o diagnóstico. Fique atento a:
- Dor ou Pressão: Localizada no períneo (região entre o escroto e o ânus), testículos, ponta do pênis ou bexiga.
- Sintomas Urinários: Vontade frequente de urinar, jato fraco ou ardência (mesmo com exames de urina negativos).
- Dor na Ejaculação: Um dos sinais mais característicos da inflamação prostática.
- Disfunção Erétil: A dor crônica e a ansiedade associada podem prejudicar a libido e a ereção.
- Desconforto ao Sentar: Muitos pacientes sentem que estão "sentados sobre uma bola de golfe".
Diagnóstico Diferenciado na Torre Xangai
O erro mais comum no tratamento da prostatite é o uso repetitivo de antibióticos sem uma investigação profunda. No consultório do Dr. Diego Moura, o diagnóstico envolve:
- Avaliação do Assoalho Pélvico: Verificação de pontos de gatilho (Trigger Points) e tensão muscular.
- Triagem de Stamey (Exame dos 4 Frascos): Coleta de urina e secreção prostática antes e após a massagem da próstata para localizar exatamente onde está a inflamação ou bactéria.
- Ultrassonografia e Urofluxometria: Para descartar obstruções urinárias que podem mimetizar a prostatite.
- Cultura de Sêmen: Fundamental para identificar microrganismos que não aparecem no exame de urina comum.
Tratamento Multimodal: A Chave para o Sucesso
Como a causa pode ser multifatorial, o tratamento também deve ser. O Dr. Diego Moura utiliza a estratégia dos "6 Pilares" (UPOINT):
- Antibióticos Direcionados: Apenas se houver comprovação bacteriana, com tempo de uso estendido e penetração tecidual adequada.
- Alfa-bloqueadores: Medicamentos que relaxam o colo da bexiga e as fibras musculares da próstata, facilitando a micção.
- Anti-inflamatórios e Moduladores de Dor: Para acalmar o sistema nervoso periférico que ficou sensibilizado pela dor crônica.
- Fisioterapia Pélvica: Essencial para o relaxamento da musculatura do assoalho pélvico (biofeedback).
- Ondas de Choque (Li-ESWT): Uma tecnologia inovadora disponível para reduzir a inflamação local e melhorar a circulação na próstata.
- Gestão de Estresse: O sistema nervoso central tem papel direto na dor pélvica; por isso, o suporte emocional é parte do protocolo.
Por que escolher o Dr. Diego Moura na Vila Mariana?
A prostatite crônica é uma das condições mais desafiadoras da urologia. O Dr. Diego Moura oferece:
- Abordagem Personalizada: Cada paciente recebe um protocolo adaptado aos seus sintomas específicos.
- Tecnologia de Ponta: Acesso a ondas de choque e outras terapias modernas na Torre Xangai.
- Paciência e Persistência: O tratamento pode levar meses, mas com acompanhamento adequado, a melhora é possível.
FAQ: Dúvidas sobre Prostatite Crônica
1. A prostatite crônica tem cura?
Sim, na maioria dos casos é possível controlar ou eliminar os sintomas com o tratamento adequado. O importante é identificar a causa e tratá-la de forma direcionada.
2. Preciso tomar antibióticos para sempre?
Não. O uso de antibióticos é indicado apenas quando há comprovação de infecção bacteriana. Muitos casos de SDPC não requerem antibióticos, mas sim fisioterapia e moduladores de dor.
3. A prostatite pode causar câncer?
Não há relação direta entre prostatite crônica e câncer de próstata. No entanto, a inflamação crônica pode elevar o PSA, por isso o acompanhamento regular é importante.
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Se você sofre com dor pélvica crônica ou desconforto na região da próstata, não desista. A prostatite crônica tem tratamento, e o Dr. Diego Moura está na Vila Mariana para ajudá-lo a recuperar sua qualidade de vida.
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