Muitos homens percebem, em algum momento da vida, que o pênis apresenta uma curvatura quando ereto. Embora uma leve inclinação possa ser anatômica e normal, uma curvatura acentuada, acompanhada de dor ou dificuldade na penetração, pode indicar a Doença de Peyronie.

O Dr. Diego Moura (CRM 166791 - SP | RQE 96133), urologista e andrologista na Vila Mariana, é especialista no tratamento desta condição. Com consultório na Torre Xangai, ele oferece desde terapias clínicas para a fase inicial até cirurgias reconstrutivas complexas para casos estáveis, sempre focando na preservação da função erétil.

O que é a Doença de Peyronie?

A Doença de Peyronie caracteriza-se pela formação de uma placa de tecido cicatricial (fibrose) sob a pele do pênis, especificamente na túnica albugínea (a membrana que envolve os corpos cavernosos). Essa placa não tem a mesma elasticidade do tecido normal; por isso, durante a ereção, o lado com a placa não estica, fazendo com que o pênis se curve em direção à cicatriz.

As duas fases da doença:

  1. Fase Inflamatória (Ativa): Pode durar de 6 a 18 meses. O homem sente dor na ereção e nota o início da curvatura. É o momento ideal para intervenções clínicas que tentam estabilizar a deformidade.
  2. Fase Estabilizada (Crônica): A dor desaparece, mas a curvatura torna-se permanente e a placa endurece (pode até calcificar). Nesta fase, o tratamento costuma ser cirúrgico.

Causas e Fatores de Risco

Embora a causa exata ainda seja debatida, a teoria mais aceita é a de microtraumas de repetição durante a relação sexual. Pequenas lesões que ocorrem quando o pênis "dobra" levemente durante a penetração podem cicatrizar de forma anormal em homens predispostos.

Fatores que aumentam o risco:

  • Diabetes mellitus: Afeta a qualidade da cicatrização.
  • Tabagismo: Prejudica a circulação e a regeneração tecidual.
  • Histórico familiar: Existe um componente genético associado.
  • Idade: Mais comum em homens acima dos 50 anos.

Sintomas Além da Curvatura

Além da inclinação (que pode ser para cima, para baixo ou para os lados), o paciente pode notar:

  • Nódulos palpáveis: Sensação de um "caroço" endurecido sob a pele do pênis.
  • Encurtamento peniano: A fibrose pode "puxar" o tecido, reduzindo o comprimento aparente.
  • Efeito "Ampulheta": Estreitamento em um ponto específico do corpo do pênis.
  • Disfunção Erétil: A placa pode dificultar a manutenção do sangue dentro do pênis ou causar ansiedade que prejudica a ereção.

Diagnóstico Especializado na Vila Mariana

No consultório do Dr. Diego Moura, o diagnóstico é feito com discrição e precisão:

  • Histórico Clínico: Avaliação do tempo de evolução e presença de dor.
  • Fármaco-indução: Aplicação de uma substância para provocar uma ereção em consultório, permitindo medir exatamente o grau e o ângulo da curvatura.
  • Ultrassonografia com Doppler: Essencial para localizar a placa, medir sua extensão e verificar se há calcificações, além de avaliar o fluxo sanguíneo.

Opções de Tratamento

O tratamento depende do estágio da doença e do impacto na vida sexual.

Tratamento Clínico (Fase Ativa)

  • Medicamentos Orais: Antioxidantes e substâncias que tentam modular a inflamação.
  • Terapias de Tração: Uso de dispositivos extensores para tentar manter o comprimento e reduzir a angulação.
  • Ondas de Choque (Li-ESWT): Utilizadas principalmente para a redução da dor na fase inflamatória.

Tratamento Cirúrgico (Fase Estabilizada)

Quando a curvatura impede ou dificulta muito a relação sexual, a cirurgia é indicada. Existem duas técnicas principais:

  1. Plicatura (Técnica de Nesbit): Realizada no lado oposto à curvatura para "alinhar" o pênis. É uma técnica segura, mas pode causar um leve encurtamento.
  2. Enxertos (Grafts): A placa é cortada e um tecido (natural ou sintético) é colocado para preencher o espaço, visando manter o comprimento.
  3. Prótese Peniana: Indicada quando o paciente tem Peyronie associado a uma disfunção erétil grave que não responde a remédios. A prótese corrige a curvatura e a impotência simultaneamente.

Por que escolher o Dr. Diego Moura na Vila Mariana?

A correção da curvatura peniana exige um urologista com profundo conhecimento em Andrologia e Reconstrução Peniana.

  • Experiência Técnica (RQE 96133): Domínio das diversas técnicas cirúrgicas para oferecer o melhor resultado estético e funcional.
  • Localização Estratégica: Na Rua Domingos de Morais, 2187, o paciente encontra fácil acesso e total privacidade na Torre Xangai.
  • Abordagem Realista: O Dr. Diego Moura prioriza a clareza, explicando as expectativas de resultado e preservação da função sexual.

FAQ: Dúvidas sobre Peyronie

1. A curvatura pode voltar depois da cirurgia?

Se realizada na fase de estabilidade (após pelo menos 6 meses sem mudanças na curvatura), o risco de recidiva é muito baixo.

2. Peyronie pode virar câncer?

Não. A placa de Peyronie é uma fibrose benigna e não tem nenhuma relação com tumores malignos.

3. Exercícios de "extensão" funcionam?

Dispositivos de tração peniana aprovados pelo urologista podem ajudar como coadjuvantes no tratamento, mas nunca devem ser usados sem orientação médica, pois podem agravar a lesão.

Agende Sua Consulta

Se você notou uma curvatura no pênis ou sente dor durante a ereção, não ignore os sintomas. A Doença de Peyronie tem tratamento, e quanto antes for diagnosticada, melhores são os resultados. O Dr. Diego Moura está na Vila Mariana para ajudá-lo.

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